Política
Publicado em 19/02/2025, às 10h59 - Atualizado às 11h00 Daniel Serrano e Yuri Pastori
O prefeito Bruno Reis (União Brasil) defendeu, durante o anúncio da vice-prefeita Ana Paula Matos para a Secretaria da Cultura e Turismo (Secult), na manhã desta quarta-feira (19), o leilão de terrenos e áreas de propriedade da Prefeitura de Salvador. Ele justificou que os imóveis, atualmente, estão sem utilidade e não contribuem para arrecadação da capital baiana.
"Não serve para nada. Não gera um real de imposto para a Prefeitura de Salvador. A Prefeitura desafetou uma área que está quase sem vegetação, eu quero que vocês vão lá verificar a vegetação que existe está pouca, é fácil ser feito o transplantio ou o replantio com a política de compensação de árvores", disse ao citar a venda de uma encosta na Barra.
O gestor municipal disse que só este ano mais de R$ 50 milhões serão somados pela Prefeitura de Salvador com a venda do terreno na região da Barra, uma encosta próximo ao Clube Espanhol, que foi leiloado este mês.
"Com uma área avaliada por R$ 4 milhões, que nós levamos para leilão e foi arrematada por R$ 16 milhões. Quem comprou, vai pagar o ITIV para transferir para o nome, uma área que não pagava IPTU, vai pagar IPTU de mega empreendimento imobiliário [que será instalado no local] ...Foi uma decisão acertada ou não?", indagou.
Ele lembrou que o Governo do Estado também irá leiloar áreas como o antigo Centro de Convenções, o Detran, a antiga Rodoviária de Salvador e o Colégio Odorico Tavares, que são áreas com utilidade pública, ao contrário da encosta na Barra, que, segundo ele, não tem utilidade pública.
Clique aqui, inscreva-se em nosso canal no Youtube e acompanhe a transmissão BNews Folia 2025!
Assista:
Classificação Indicativa: Livre
Qualidade Stanley
Cupom de lançamento
Imperdível
Super desconto
Café perfeito