Política

Bruno Reis volta a defender a desafetação de bens sem utilidade em Salvador

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Bruno Reis explica como a desafetação pode gerar novos fundos para concessões e PPPs  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews
Daniel Serrano e Yuri Pastori

por Daniel Serrano e Yuri Pastori

redacao@bnews.com.br

Publicado em 16/10/2025, às 11h51 - Atualizado às 11h53



O prefeito Bruno Reis (União Brasil) defendeu, durante a apresentação do 'Plano Estratégico 2025/2028 – Salvador avançando cada vez mais' na manhã desta quinta-feira (16), no Palacete Tira Chapéu, no Centro Histórico,  o gerenciamento de ativos públicos, focado na desafetação de bens sem utilidade para que possam ter uma nova destinação. 

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Tem áreas que quando a gente desafeta que pode ser alienadas, outras podem compor um fundo garantidor para concessões e PPPs. Outros podem compor um fundo imobiliário que vai gerir estes equipamentos. Então, cada equipamento quando é desafetado, conforme a sua, digamos assim, especificidade, ele tem uma destinação específica que não é necessariamente a alienação. Quando ocorre a alienação, a gente incorpora esse dinheiro a patrimônio público com novos aquisições", afirmou.

Bruno Reis mencionou a venda de 16 milhões em ativos e a aquisição de quase 500 milhões em patrimônio, incluindo a compra e reforma de um hospital do antigo plano de saúde da Golden Cross, para transformá-lo em uma maternidade, e defendeu que a aquisição estratégica de novos bens supera o valor das alienações.

Quando você soma as desapropriações que foram feitas no Mané Dendê, as desapropriações de todas as obras que estão ocorrendo na cidade, as desapropriações de terrenos que nós vamos fazer agora, por exemplo, para implantar a Policlínica que vai ser lá na região da 29 de março, o Convive, que nós vamos implantar, um importante equipamento para a juventude. Quando a gente soma isso, já chegamos a quase 500 milhões em aquisições", explicou.

"Hoje para você fazer uma concessão a PPP, você tem que dar uma garantia. Como é que você dá essa garantia? Com áreas, que caso lá na frente não venha ser honrado dar contrapartidas, essas áreas garantem também um caminho. E outro caminho é fazer a alienação do que foi possível ser alienado", acrescentou.

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