Política
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) quer tratar como "página virada" as acusações de estupro de vulnerável contra o deputado federal e candidato a vice na chapa, Alfredo Gaspar (PL), e aposta que a situação pode se virar contra a campanha de Lula.
Segundo informações da CNN Brasil, aliados de Flávio avaliam, que um desfecho favorável para o grupo na Justiça, como arquivamento por falta de provas, dará à eles o argumento de que o Partido dos Trabalhadores (PT) lançou uma acusação falsa para desgastar o relator da CPMI do INSS e desviar o foco das investigações envolvendo integrantes da gestão petista e o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
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O vice de Flávio foi acusado de estupro durante a CPMI do INSS, onde era relator. As denúncias foram feitas pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). Gaspar afirma ser vítima de uma acusação caluniosa.
"Para a campanha, esse assunto já está encerrado. Agora esperamos que a Justiça faça a parte dela", afirmou o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha, em conversa com jornalistas na quinta-feira (6), na sede do PL, em Brasília.
A equipe jurídica da campanha de Flávio solicitou na última quinta-feira (6) ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que seja feito, em até 72 horas, o exame de DNA para comparar o material genético de Gaspar com o da criança mencionada na notícia-crime.
A defesa afirma que a urgência pelo exame se justifica pelo "imenso desgaste reputacional" provocado pela investigação em meio à campanha eleitoral.
"Eu estou implorando para que se faça o DNA e se dê o desfecho a esse caso. Vou provar cientificamente que sou inocente", disse Gaspar.
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