Política

Capitão Alden reage a operação da PF contra deputados bolsonaristas

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Deputado Alden questiona investigações da PF contra aliados  |   Bnews - Divulgação Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 19/12/2025, às 10h50



O deputado federal Capitão Alden (PL) se manifestou sobre a operação Galho Fraco da Polícia Federal (PF) que tem como alvos os deputados bolsonaristas do Rio de Janeiro, Sóstenes Macedo e Carlos Jordy. Em nota enviada ao BNews, o parlamentar apontou que ações da PF contra os aliados têm um timing calculado. Alden questiona a imparcialidade das investigações. 

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Em poucos dias, vimos recados cruzados no topo do poder: André Mendonça autoriza diligência contra aliado de Flávio Dino (Weverton Rocha). Logo depois, Flávio Dino manda a PF à casa de Sóstenes, aliado de Mendonça. No mesmo roteiro, a PF faz busca na casa do deputado Carlos Jordy pela segunda vez exatamente no dia do aniversário da filha. Quem chama isso de detalhe está fingindo não ver o timing calculado", afirmou.

O vice-líder da oposição na Câmara Federal destaca que as buscas e apreensões se tornaram um espetáculo. "Busca e apreensão virou espetáculo, pressão política e punição antecipada. E a pergunta que não quer calar: e o filho do Lulinha? Vai receber a PF também? O PT, historicamente envolvido em escândalos de corrupção e irregularidades com emendas, parece ter sido blindado", questionou Alden.

Investigações silenciosas, sem urgência, sem manchete. Enquanto isso, a direita vira alvo preferencial. Não se trata de condenar ninguém. Se trata de critério. Justiça que escolhe alvo não é Justiça. É instrumento de poder. Não é coincidência. É método", finalizou o parlamentar.

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