Política

Grande quantia em dinheiro é apreendida em operação da PF que mira deputados bolsonaristas

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Operação Galho Fraco da PF investiga desvio de cotas parlamentares envolvendo deputados e servidores públicos  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Polícia Federal
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 19/12/2025, às 08h12 - Atualizado às 08h45



Uma grande quantia em dinheiro foi apreendida pela Operação Galho Fraco da Polícia Federal (PF) deflagrada, nesta sexta-feira (19), e que mira os deputados bolsonaristas Sóstenes Macêdo (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ).  

Cerca de R$ 430 mil foram encontrados em endereço ligado a Sóstenes. Os parlamentares do PL tiveram os celulares apreendidos. Assessores dos dois parlamentares teriam movimentado milhões de reais.

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A ação tem o objetivo de aprofundar as investigações de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. São cumpridos sete mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e posterior ocultação de verba pública. A ação é desdobramento de operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Um levantamento de O Globo realizado em dezembro do ano passado mostrou que os gastos de Sóstenes com aluguel de carro foram quase o dobro da média dos valores declarados por outros parlamentares.

Apenas entre os deputados federais do PL, os gastos de Sóstenes ocupavam o quinto lugar em relação aos maiores valores declarados e continuam acima da média geral de membros da bancada do partido na Câmara, de aproximadamente R$ 71,6 mil. As despesas de Carlos Jordy com o aluguel de carros foram de R$ 65, 4 mil, abaixo da média geral e da sigla.

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