Política

Capitão Alden sai em defesa de Eduardo Bolsonaro e fala em 'linchamento jurídico'

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Deputado federal critica a decisão do STF e fala sobre perseguição política contra a direita e a família Bolsonaro.  |   Bnews - Divulgação Arquivo / BNews
Henrique Brinco

por Henrique Brinco

henrique.brinco@bnews.com.br

Publicado em 15/11/2025, às 08h01



O deputado federal Capitão Alden (PL) saiu em defesa de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria para aceitar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o parlamentar. Nas redes sociais, o bolsonarista baiano classificou a situação como “um absurdo” e afirmou que existe um processo de perseguição política contra a direita.

Segundo ele, o caso que envolve o parlamentar é parte de um movimento para atingir o ex-presidente Jair Bolsonaro e que o deputado e seu pai não merecem o que chamou de “linchamento jurídico travestido de justiça”.

"Quem acompanha política com um mínimo de lucidez já entendeu o jogo: estão desesperados para destruir a liderança que ainda mobiliza milhões de brasileiros. Querem calar a direita por decreto, querem decidir no tapetão o que não conseguem ganhar nas urnas", escreveu.

O parlamentar reforçou que, na visão dele, essa estratégia não terá sucesso. Disse que a direita “não se curva, não foge e não se cala”, e enviou palavras de apoio à família Bolsonaro. “Mexeram com um, mexeram com todos”, escreveu.

Eduardo Bolsonaro vira réu no STF

O posicionamento foi publicado após o ministro Cristiano Zanin acompanhar os votos de Alexandre de Moraes e Flávio Dino, formando maioria na Primeira Turma do STF para tornar Eduardo Bolsonaro réu.

Eduardo Bolsonaro está na mira do STF. (Foto: Divulgação)

A denúncia da PGR sustenta que o deputado articulou sanções contra o Brasil e autoridades nacionais nos Estados Unidos para interferir no julgamento de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado.

Em seu voto, Moraes afirmou que a PGR apresentou provas suficientes de que Eduardo buscou criar caos social por meio de suas ações no exterior. O julgamento segue até 25 de novembro, e ainda resta o voto da ministra Cármen Lúcia.

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