Política
O processo que envolve a divulgação de um laudo médico falso por Pablo Marçal, que supostamente comprovava o uso de cocaína por parte de Guilherme Boulos (Psol), a dois dias do primeiro turno da campanha eleitoral para prefeito de São Paulo em 2024, passa por um impasse na Justiça Eleitoral, em relação à zona responsável pelo caso.
De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), o processo foi enviado de volta à corte, na última segunda-feira (28), após declínio de competência por parte das 346ª e 386ª zonas eleitorais, situadas respectivamente no Morumbi, zona sul da capital, e Barueri, cidade da Região Metropolitana onde Marçal mora com a família. O imbróglio quanto ao local do crime ocorre, pois Marçal anunciou a publicação do laudo falso durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda, em São Paulo.
A controvérsia entre os dois juízos é quanto ao local do crime, se no ambiente do Podcast Inteligência Ltda, localizado no município de São Paulo (região da 346ªZE) ou no endereço da cidade de Barueri, onde o documento falso foi postado na conta Instagram do candidato Pablo Marçal (região da 386ªZE)”, diz o tribunal em nota.
O tema será levado a plenário por um membro do TRE, que receberá os autos e será o relator do caso. O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou denúncia contra Marçal, o advogado Tassio Renam e biomédico Luiz Teixeira da Silva, no dia 29 de maio. A promotora Iane do Lago Nogueira Cavalcante Reis pediu a condenação do ex-coach a até cinco anos de prisão. Boulos e Marçal ainda não se manifestaram sobre o impasse judicial.
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