Política

Celso Sabino reage a processo de expulsão no União Brasil

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Ministro expressa confiança em sua defesa e pede análise cuidadosa sobre sua situação no partido União Brasil.  |   Bnews - Divulgação Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 07/11/2025, às 15h22 - Atualizado às 15h23



O ministro do Turismo, Celso Sabino, comentou nesta sexta-feira (7), sobre a possibilidade de ser expulso do União Brasil, após o partido adiar a reunião que o Conselho de Ética faria para avaliar o afastamento dele. 

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Durante participação da COP30, que acontece em Belém (PA), Sabino disse que o União Brasil  precisa refletir antes de decidir expulsá-lo e que seu trabalho à frente do Ministério do Turismo deveria ser motivo para mantê-lo no partido. 

"O mais cético, o mais crítico do governo, percebe: o Turismo está surpreendendo a todos, com números realmente extraordinários, que falam por si. Eu penso que a agremiação partidária União Brasil deveria, inclusive, se assenhorar disso", disse Sabino. 

O ministro enfrenta processo de expulsão por não cumprir uma determinação do União Brasil de entregar o cargo após o partido deixar a base do governo Lula. Sabino quer se candidatar a senador pelo Pará com apoio do presidente Lula em 2026.

Sabino ainda demonstrou confiança na sua defesa durante o julgamento e disse que seus colegas deveriam refletir melhor sobre o assunto.

"Está faltando uma análise mais vertida sobre esse assunto. Eu acho que precisa arrefecer os ânimos e se dedicar mais a entender esse caso", disse.

"Querendo ou não, eu sou filiado do União Brasil. Eu tenho atuado junto com os nossos líderes para aprovar projetos importantes do Congresso, como a Lei Geral do Turismo", completou.

Caso a expulsão do União Brasil ocorra, Sabino precisa se filiar a outro partdo até 6 de abril de 2026 para poder concorrer nas eleições. No entanto, o ministro garante que ainda não pensa nesse cenário.

"Tem muito tempo pela frente. Tudo aquilo que você não precisa decidir agora, não tem por que decidir agora", disse.

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