Política
Após Jair Bolsonaro (PL) ser condenado à 27 anos e três meses pela Primeira Turma Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da trama golpista, o grupo de WhatsApp dos moradores do condomínio onde o ex-presidente mora foi palco de quentes discussões. As informações são do site Metrópoles.
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De acordo com a publicação, as divergências começaram quando uma moradora relatou que alguns ambulantes estavam perto do condomínio vendendo itens com a “logomarca” Bolsonaro. Então, ela perguntou aos demais moradores se alguém sabia de alguma manifestação marcada para os próximos dias.
Em seguida, outro morador reforçou a reclamação e disse que a entrada do condomínio "está com uma aparência desagradável e desorganizada" e sugeriu uma intervenção da administração.
No entanto, outros moradores fizeram piada com a situação. “A final da ‘Copa’ é amanhã! Já comprei a cerveja e a picanha”, disse outro morador do condomínio ao se referir à possibilidade de Bolsonaro deixar a prisão domiciliar e ir a um presídio para cumprir os 27 anos da pena que lhe foi imposta pelo STF, sendo 24 deles em regime fechado.
Em seguida, outro morador, que aparenta ser o administrador do grupo, retrucou: “Pessoal, por favor. Não comecemos”.
Além da troca de mensagens, um churrasco foi realizado no condomínio na noite da última sexta-feira (13), dia seguinte ao da condenação de Bolsonaro.
A organizadora do churrasco, que não quis se identificar, disse que o evento ocorreu de forma pacífica no quintal da própria casa. “Estamos comemorando a favor da democracia. É um sentimento de alívio”, disse.
Após a condenação do ex-presidente, apoiadores de Bolsonaro fizeram uma nova vigília nas proximidades do condomínio. Usualmente, esse tipo de ato conta com a presença de homens e mulheres vestidos com roupas nas cores verde e amarela, com bandeiras dos Estados Unidos e Israel. Os participantes oram e cantam louvores pela anistia do ex-presidente.
A Primeira Turma do STF condenou, na última quinta-feira (11), em 4 x 1, o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados por crimes como organização criminosa e golpe de Estado.
Com isso, ele se tornou o primeiro ex-presidente do Brasil a ser condenado por crimes contra a democracia. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, ainda vai decidir onde a pena dos condenados será cumprida.
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