Política
por Héber Araújo
Publicado em 15/03/2026, às 10h35
Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e da Folha de São Paulo, afirmou que a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) estaria contribuindo para a campanha de Flávio Bolsonaro (PL). Segundo ele, em análise ao programa Estúdio i, exibido nesta sexta-feira (13), a deputada estaria agindo como um “cabo eleitoral involuntário”.
Conforme ele, a política identitária de Erika, que é uma mulher trans, é extremamente radical, o que prejudica a esquerda. O comentarista ainda se referiu a deputada como um “homem biológico” e que ela busca a “repressão estatal” ao invés do debate.
“Várias mulheres, inclusive que se apresentam como feministas, ginecologistas, usaram a frase de que Erika Hilton, biologicamente, é um homem. Isso é fato. Aí ela processa. Ou seja, do ponto de vista dela, não há debate, mas ela exige repressão estatal. Ela é extremamente autoritária nesse ponto de vista. Ela é uma identitária fanática. E isso é campanha eleitoral para Flávio Bolsonaro”, disse ele.
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O comentarista apontou ainda que, no mundo inteiro, políticas identitárias, principalmente as que vão ao extremismo, tiram votos da esquerda, que são cooptados pela extrema direita e conservadores. Segundo ele, os partidos sabem desse movimento e abandonaram essa pauta, a fim de conseguir ganhar as eleições.
“É por isso que o governo não apoiará Erika Hilton durante a campanha e não se alinhará com suas manifestações, especialmente as mais exageradas. É por isso que o PT prefeiru o silêncio sobre esse assunto”, completou Magnoli, ao citar o caso envolvendo ela e o apresentador Ratinho.
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