Política

Coordenador da APLB critica projeto da Prefeitura de Salvador para professores: 'Deixa milhares de trabalhadores abaixo do piso'

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Prof. Rui Oliveira destaca a inconstitucionalidade das gratificações incluídas pela Prefeitura para atingir o piso  |   Bnews - Divulgação Reprodução / BNews TV
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 20/05/2025, às 07h53 - Atualizado às 07h55



O coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), Prof Rui Oliveira, disse em entrevista ao programa Se7e da Matina da BNews TV, na manhã desta terça-feira (20) que a tabela enviada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil) "deixa milhares de trabalhadores abaixo do piso”.

Ainda segundo o professor, a Prefeitura soma gratificações para chegar ao piso da categoria, o que ele considera inconstitucional. Prof. Rui também caracterizou como “muito estranho” a liminar da gestão municipal para a suspensão da greve. 

Em primeiro lugar, você vê o nível de desinformação. Se o poder executivo afirma que está pagando o piso nesse projeto de lei está equivocado, ou não lê direito ou não sabe nem o que é o piso. Nossa luta é pelo pagamento do piso. O piso hoje no Brasil é uma lei federal que estabelece que nenhum professor poderá ganhar menos do que R$ 4.867, 77 a partir de janeiro", explicou.

Segundo o professor, a Prefeitura de Salvador não cumpre a lei federal e o PL enviado à Câmara Municipal não satisfaz a categoria, por isso a greve continua. Nesta terça-feira (20) será realizada uma mobilização, às 13 h, na Praça Municipal, contra o projeto da gestão municipal.

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