Política

Delator do PCC executado trazia joias avaliadas em R$ 1 milhão; veja foto

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Delator do PCC foi morto na última sexta-feira (08) no Aeroporto de Guarulhos  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 11/11/2024, às 20h10   Luana Neiva



O delator do Primeiro Comando da Capital (PCC) Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, que foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo levava mais de R$ 1 milhão em joias.

O delator foi pego com ao menos 38 itens de alto valor como: 11 anéis prateados com pedras rosadas, outras esverdeadas, em formas de coração e de pingo; seis pulseiras esverdeadas e douradas; dois colares prateados em forma de pingo e com pingentes;
nove pares de brincos com pedras verdes, azuis e prateadas.

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As joias tinham certificado de joalheiras de luxo como Bulgari, Cartier, Cristovam Joalheria e Vivara.

Inclusive, a Polícia Civil investiga se as joias têm alguma relação com o assassinato do empresário, que entregou esquemas criminosos da facção criminosa paulista e de corrupção policial durante depoimentos.

Gritzbach foi investigado por ser o suposto mandante dos assassinatos de Anselmo Becheli Santa Fausta, 38, conhecido como Cara Preta, e Antônio Corona Neto, 33, o Sem Sangue. O crime aconteceu em 27 de dezembro de 2021. Ele também era suspeito de lavar R$ 30 milhões em dinheiro proveniente do tráfico de drogas com compra e venda de postos de gasolina e imóveis.

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