Política
Publicado em 17/06/2024, às 08h50 Rebeca Silva
O deputado bolsonarista Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), autor do PL do Estupro, deu uma declaração no último domingo (16) que poderá retirar do Congresso o projeto de lei que equipara o aborto ao homicídio, entretanto, o PSOL precisa recuar na ação que move no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre assistolia fetal.
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O aviso foi enviado por meio da coluna da jornalista Raquel Landim do portal Uol.
"Se o PSOL retirar a ação, posso retirar o projeto. Claro que tenho que conversar com os demais autores. Mas só fizemos o projeto por causa dessa ação. O PSOL precisa ter juízo e parar de judicializar a política", disse Sóstenes.
O deputado se refere a medida do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu na última sexta-feira (17), a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que proíbe o aborto em casos de estupro.
A ação, de autoria do PSOL, afirma que a proibição da técnica de assistolia fetal, utilizada para interromper os batimentos cardíacos do feto antes de sua retirada do útero, submete meninas e mulheres à manutenção de uma gravidez forçada ou à utilização de técnicas inseguras para o aborto.
Barganha com o corpo feminino
Sóstenes já deu uma declaração que objetifica o corpo feminino como um instrumento de troca na politicagem.
"Será um bom teste para o Lula provar aos evangélicos se o que ele assinou na carta era verdade ou mentira", afirmou Cavalcante.
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