Política
O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou, nesta terça-feira (24), a suspensão temporária da importação de amêndoas fermentadas e secas de cacau da Costa do Marfim. A pasta adotou a medida após estudos apontarem risco fitossanitário e a possibilidade de mistura de grãos de países vizinhos (Gana, Guiné e Libéria) nas cargas destinadas ao Brasil.
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A suspensão das importações será mantida até que o governo da Costa do Marfim apresente garantias de que os envios destinados ao Brasil não contenham cacau produzido em países sem autorização sanitária.
A medida é resultado de uma ação articulada e coletiva, coordenada pelo Governo da Bahia em diálogo permanente com o Governo Federal, e envolveu representantes do setor produtivo, da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), do Congresso Nacional, do Ministério da Agricultura e de outros órgãos estratégicos.
O deputado federal Neto Carletto (Avante) comemorou a medida nas suas redes sociais. "Uma decisão importante para proteger a produção nacional e valorizar quem trabalha diariamente fortalecendo o nosso campo", escreveu.
Projeto de lei
O parlamentar apresentou o Projeto de Lei nº 2843/2025, que cria a Política Nacional de Incentivo ao Cacau Cabruca. O objetivo, de acordo com Carletto, é valorizar um modelo de cultivo sustentável que preserva o meio ambiente e fortalece a produção regional.
Tenho atuado de forma firme em defesa da cacauicultura do sul e do baixo sul da Bahia, trabalhando pela reconstrução e fortalecimento de um setor que faz parte da nossa história, da nossa economia e da identidade do nosso povo", disse.
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