Política
O Plano Safra 2024/2025 foi lançado nesta quarta-feira (3), após ter sido adiado na semana passada. A decisão do governo federal, no entanto, foi alvo de diversas críticas por parte das bancadas ruralistas do Senado e da Câmara dos Deputados, especialmente porque o programa em vigor, até então, se encerrou no domingo (30).
Em coletiva após a cerimônia de lançamento, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, não deixou passar batido as ofensivas dos parlamentares e aproveitou para ironizar a situação.
"Agradar todo mundo não é a prioridade, não tem isso de achar que todo mundo precisa bater palma. O Plano Safra ficou pronto estruturalmente na terça passada (25) e precisou do crivo do presidente Lula, mas ele tinha compromissos fora de Brasília na quinta, na sexta, ontem e antes de ontem. E então eu sugeri que a gente lançasse na quarta seguinte. E aí parecia que o mundo iria acabar, que a agropecuária brasileira iria acabar. [Disseram] 'acabou a agricultura, é um desprezo'. O Plano Safra passado acabou no domingo, hoje é quarta, não foi desprezo nenhum. Isso já aconteceu outras vezes. Mas o presidente, de forma muito sensível, me disse que se precisasse era para eu ir no gabinete dele, que ele publicaria o Plano Safra ainda na semana passada", comentou o ministro.
Fávaro ainda afirmou que o governo federal pretende ampliar o diálogo com o setor agropecuário e que o ministério deve iniciar a agenda de reuniões neste segundo semestre.
"Nós tínhamos programado encontros na Granja do Torto, veio o desastre no Rio Grande do Sul e tudo isso foi interrompido porque a tragédia virou a prioridade para o presidente Lula. Hoje ele falou comigo que já dá para retomar os encontros, vamos organizar já com o pessoal do café, que é o primeiro na agenda. Deve ser o próximo", disse.
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