Política
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL/SP) rebateu, nesta sexta-feira (15), reportagem publicada pelo The Intercept Brasil que afirma que ele teria exercido controle financeiro, como diretor executivo, do filme “Dark Horse”, produção sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em vídeo publicano no X, Eduardo acusou o veículo de promover “vazamento seletivo” e negou qualquer irregularidade envolvendo recursos ligados ao projeto cinematográfico.
“O Intercept está fazendo vazamento seletivo, algo criminoso, para tentar assassinar a reputação do Flávio Bolsonaro porque ele lidera as pesquisas para presidente. Não tem nada de ilegal, nada de irregular, mas ainda assim eles vão tentar emplacar as suas narrativas se apegando a termos técnicos para tentar manipular você a pensar que nós estamos mentindo”, declarou.
Segundo Eduardo Bolsonaro, o projeto do filme surgiu quando ele criou um curso chamado Ação Conservadora e previa uma produção internacional com participação de nomes de Hollywood. O ex-deputado afirmou ter utilizado recursos próprios da iniciativa para garantir a contratação inicial de um diretor norte-americano.
“Com o dinheiro dos recursos da Ação Conservadora, eu peguei 350 mil reais, transformei em cerca de 50 mil dólares e mandei para os Estados Unidos para garantir um contrato com o diretor de Hollywood para que ele pudesse fazer o roteiro, começar a rascunhar, desenhar essa história que, lá na frente, se conseguíssemos um investidor ou grupo de investidores, fazer o filme acontecer”, disse.
Ele acrescentou que conseguiu manter o contrato com o diretor por dois anos. “Consegui segurar o diretor de Hollywood por dois anos somente com esse contrato.”
Eduardo Bolsonaro afirmou que, posteriormente, surgiu a possibilidade de financiamento privado para viabilizar a produção. “Estava chegando o final desse contrato, íamos perder o diretor de Hollywood, quando surgiu a possibilidade de um grande investidor vir a nos ajudar a fazer o filme que depois acabou sendo um 'pool' de vários investidores. A essa época, o meu contrato era com a produtora que basicamente disse o seguinte: ‘Eduardo, bota esse dinheiro aqui. Como o risco está 100% seu, vou garantir você ser diretor executivo do filme’”, relatou.
De acordo com ele, a estrutura do projeto foi alterada posteriormente e transferida para os Estados Unidos em razão do que classificou como perseguição política no Brasil. “Quando a gente pôs o pé no chão e que a gente viu, diante da possibilidade que nós estávamos e da perseguição sofrida no Brasil, fizemos toda a estrutura fora, nos Estados Unidos, para não sofrermos perseguição. Se o Brasil Paralelo, que não fez um filme sobre Bolsonaro, já foi censurado previamente em 2022, imagine dizer um filme sobre a história de Jair Bolsonaro com grandes estrelas de Hollywood?”, afirmou.
O ex-deputado também declarou que deixou a posição de diretor executivo após a reorganização societária do empreendimento. “Quando essa estrutura passou a ser de fundo de investimento, começou a ter outra estrutura, eu saí dessa posição de diretor executivo, que era um contrato antigo com a produtora, e passei a ser então somente uma pessoa que assinou a sua cessão de direitos autorais para que um ator pudesse me representar no filme e depois eu não processasse o filme. Basicamente, em linhas gerais, é isso aí. Ou seja, quem fala que Eduardo Bolsonaro recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro é mentiroso. Quem fala que Eduardo Bolsonaro recebeu dinheiro desse fundo nos Estados Unidos está mentindo”, declarou.
Eduardo Bolsonaro disse ainda que apenas recebeu de volta o valor que havia investido inicialmente no projeto. “Eu recebi o dinheiro de volta por conta do contrato com a produtora, mas isso não passou pelo fundo. E recebi um dinheiro que era meu. Acho até que nem foi corrigido esse dinheiro. Cem por cento do risco; 50 mil dólares para mim faz falta”, concluiu.
Intercept, vocês são VAGABUNDOS!
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) May 15, 2026
NÃO EXISTE DINHEIRO DO VORCARO PARA MIM, LARGUEM DE SER MENTIROSOS!
E ainda botam no título da matéria: “o homem da grana”. Vocês são a escória do jornalismo.
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