Política
Publicado em 04/04/2025, às 11h11 - Atualizado às 11h12 Daniel Serrano e Yuri Pastori
"Eu não sei. Eu não tenho muito elemento para lhe dizer porque não conheço a fundo o processo, nem estou vivendo aquilo de lá. O Brasil tem uma tradição muito grande de nesses movimentos depois de um tempo anistiar, né? Foi assim na revolução de 32 constitucionalista, depois Juscelino Kubitschek anistou, enfim, eu não sei, eu acho que tem que analisar caso a caso, são diferentes responsabilidades. Algumas coisas nos chocam assim, ver pessoas que eventualmente estavam ali meio bucha de canhão, sabe? Aquelas senhoras de idade lá, pega 15 anos de cadeia, rapaz, mas 15 anos será que tudo isso, né? Então a gente fica um pouco assustado com aquilo. Eu acho que tem que separar o joio do trigo ali. Agora a extensão até onde deve ir, quem que é responsável por aquilo. Eu acho que primeiro tem que passar o direito de defesa. Primeiro tem que olhar, ver, julgar, né? Você só anistia depois que uma pessoa é condenada, né? Você não anistia antes da pessoa ser condenada.A anistia se dá após a condenação, né?", afirmou.
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