Política

Ex-ministro de Bolsonaro se posiciona sobre anistia aos envolvidos no 8 de janeiro

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Mandetta ressalta a necessidade de pacificação no Brasil e critica a divisão política que levou a conflitos entre cidadãos  |   Bnews - Divulgação Reprodução / TV Brasil

Publicado em 04/04/2025, às 11h11 - Atualizado às 11h12   Daniel Serrano e Yuri Pastori



O ex-ministro da Saúde de Jair Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta, se posicionou sobre a anistia aos presos do 8 de janeiro. Mandetta participou em Salvador do lançamento da pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, no Centro de Convençoes de Salvador.  
"Eu não sei. Eu não tenho muito elemento para lhe dizer porque não conheço a fundo o processo, nem estou vivendo aquilo de lá. O Brasil tem uma tradição muito grande de nesses movimentos depois de um tempo anistiar, né? Foi assim na revolução de 32 constitucionalista, depois Juscelino Kubitschek anistou, enfim, eu não sei, eu acho que tem que analisar caso a caso, são diferentes responsabilidades. Algumas coisas nos chocam assim, ver pessoas que eventualmente estavam ali meio bucha de canhão, sabe? Aquelas senhoras de idade lá, pega 15 anos de cadeia, rapaz, mas 15 anos será que tudo isso, né? Então a gente fica um pouco assustado com aquilo. Eu acho que tem que separar o joio do trigo ali. Agora a extensão até onde deve ir, quem que é responsável por aquilo. Eu acho que primeiro tem que passar o direito de defesa. Primeiro tem que olhar, ver, julgar, né? Você só anistia depois que uma pessoa é condenada, né? Você não anistia antes da pessoa ser condenada.A anistia se dá após a condenação, né?", afirmou.
"Enfim, eu acho que o Brasil ali esgassou muito a liga social brasileira. Era irmão brigando com o irmão. Teve gente que matou os outros de política, uma burrice tamanha, né? Mas que o Brasil estava completamente fora da casinha naquele momento ali. Tomara que o Brasil se reconcilie e tem que ser uma pessoa assim estilo Caiado para pacificar o país. Não quero repetir aquela experiência, não, muito ruim", concluiu.
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