Política

Família Bolsonaro terá cinco candidatos nas eleições de 2026

Jair Bolsonaro e filhos - Reprodução/Redes Sociais
Michelle, Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro vão disputar vagas pelo PL em diferentes estados  |   Bnews - Divulgação Jair Bolsonaro e filhos - Reprodução/Redes Sociais
Eduardo Costa

por Eduardo Costa

redacao@bnews.com.br

Publicado em 09/08/2026, às 12h17



Com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) preso, a família Bolsonaro contará com cinco nomes para as eleições de 2026. O clã irá concorrer ao pleito, para cargos na Presidência da República, Senado Federal e Câmara dos Deputados.

Todos os nomes disputarão pelo Partido Liberal (PL), porém, a família se dividiu em diferentes estados. As novidades são os nomes da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que disputará uma vaga no Senado pelo Distrito Federal, e de Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio Bolsonaro, que tentará uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro.

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O filho 04, Jair Renan Bolsonaro, atualmente vereador de Balneário Camboriú (SC), se lançou como candidato a deputado federal por Santa Catarina. Pelo mesmo estado, Carlos Bolsonaro disputará o Senado.

Já o filho 01 e com maior notoriedade na família, Flávio Bolsonaro, pleiteia a Presidência da República e é tido nas pesquisas de intenção de votos como maior oponente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Jair e Eduardo de fora

O clã não conta com dois nomes de peso para a disputa eleitoral deste ano. Jair Bolsonaro se tornou inelegível em 2023, por abuso de poder político e econômico nas comemorações do Bicentenário da Independência. O julgamento ocorreu no Tribunal Superior Eleitoral.

O ex-presidente também foi condenado em 2025, pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por liderar uma trama golpista. A pena foi de 27 anos e três meses de prisão em regime fechado. Por recomendações médicas, Jair cumpre a pena em regime domiciliar.

Já o ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro, foi declarado como inelegível pelo STF por um período de 8 anos a contar do fim do cumprimento da pena de 4 anos e 2 meses de prisão. A punição faz parte da condenação pelo crime de coação ao curso do processo no caso da trama golpista.

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