Política
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa se filiou ao DC (Democracia Cristã), para uma possível candidatura a presidente, e causou a indignação de membros da sigla como o presidente do diretório paulista, o ex-deputado Cândido Vaccarezza, aliado do ex-ministro Aldo Rebelo, atual presidenciável da legenda.
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O parlamentar disse que Barbosa é "inapoiável". Ele disse que irá trabalhar contra a candidatura do ex-magistrado da Suprema Corte ao Palácio do Planalto.
"Ele começou o ‘lawfare’ no Brasil, não tem compromisso com a democracia, nem experiência política. Não podemos entregar o Brasil para um personagem como esse", disse Vaccarezza, ao se referir a relatoria de Barbosa no processo do mensalão no STF, que abalou o governo Lula em seu primeiro mandato.
O termo Lawfare, citado por aliados de Lula durante a Lava Jato, se refere à perseguição política por meios jurídicos. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a filiação de Barbosa ao DC aconteceu no dia 2 de abril, poucos dias antes do fim do prazo legal. Procurados pela Folha, Aldo e Barbosa não quiseram se manifestar.
"O ministro Joaquim Barbosa foi filiado na surdina e de forma subreptícia, com isso mantido em sigilo para pessoas que ajudaram a construir o DC como eu", afirmou Vaccarezza.
Vaccarezza diz que vai reunir aliados de diversos estados no partido, a partir da próxima segunda-feira (18), para impedir a candidatura do ex-ministro do STF.
"Vamos montar uma estratégia para impedir que Barbosa seja candidato. Quem decide é a convenção do partido, não é o presidente nacional. O DC era um partido pequeno, mas sem crise. Agora não é mais", declarou.
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