Política
por Daniel Serrano
Publicado em 04/08/2025, às 09h18 - Atualizado às 09h18
O senador Flávio Bolsonaro (PL) apagou o vídeo que havia publicado no último domingo (3) em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aparece sentado, com tornozeleira eletrônica, enviando uma mensagem por telefone aos manifestantes reunidos em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Além do aceno aos manifestantes do Rio de Janeiro, Bolsonaro também participou por vídeo do ato que aconteceu em Salvador, no Farol da Barra.
Os atos fizeram parte da a agenda da mobilização nacional “Reaja Brasil”, movimento com críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente do ministro Alexandre de Moraes.
Em entrevista à coluna de Carla Araújo, no portal Uol, Flávio disse que apagou o vídeo do pai por orientação dos advogados do ex-presidente.
"Na minha opinião não havia problema, já que ele faz apenas uma saudação. Não falou de processo, que é a vedação da cautelar. Mas os advogados dele estavam em dúvida e pediram para retirar", disse.
O parlamentar ainda classificou as medidas cautelares impostas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes a Bolsonaro como "censura prévia".
"É uma insegurança jurídica sem precedentes na história do Brasil. Essa censura prévia é completamente inconstitucional e arbitrária", afirmou.
Além dos vídeos publicados no domingo (3), Flávio publicou uma foto ao lado do pai no último sábado (2). No post, o senador diz que o pai, que também está proibido de sair de casa nos finais de semana, vive em prisão domiciliar. "Visitando meu pai em prisão domiciliar, junto com as minhas filhas", escreveu o senador.
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