Política

Flávio Dino revela determinação que resultou em operação sobre desvio de dinheiro público

ROSINEI COUTINHO/STF
O magistrado ordenou que empresas ligadas envolvidas tivessem bens sequestrados até fim das investigações  |   Bnews - Divulgação ROSINEI COUTINHO/STF
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 30/07/2025, às 16h19



O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, tornou pública, nesta quarta-feira (30), a autorização que resultou na deflagração da Operação Korban. A ação foi desenvolvida pela Polícia Federal (PF), junto a Controladoria-Geral da União, para investigar desvios de verbas públicas provenientes de emendas parlamentares. 

“Trata-se de inquérito policial instaurado a partir de autorização desse Ministro, que deu ensejo à instauração do INQ 4989, antiga PET 13525 (IPL 2025.0029165), o qual é consubstanciado em documentos encaminhados pela Controladoria-Geral da União. Os documentos apontam a potencialidade de malversação delitiva de recursos públicos”, diz um trecho do documento. 

Na petição 13.949/DF o ministro acolheu o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), autorizando que 16 mandados de busca e apreensão fossem cumpridos entre os Estados do Acre, Paraná, Goiás e Distrito Federal. A decisão ainda determinou a quebra de sigilos bancários e sequestro de bens e valores dos investigados. 

Segundo as autoridades, as emendas parlamentares que sofreram desvios estavam destinadas a eventos estudantis voltados ao esporte. Entre os investigados, estão organizações suspeitas de fraudar a aplicação dessas verbas, usando eventos com contratos superfaturados.

 O ministro do STF autorizou também a suspensão de novos repasses federais a associações investigadas. Segundo ele, as decisões buscam garantir a integridade das investigações e evitar novos prejuízos ao erário.

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