Política
A Polícia Federal (PF) deve concluir a investigação de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, um dos presos da Operação Compliance Zero, deflagrada no início de março que investiga irregularidades no Banco Master.
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Mourão é acusado de cometer os crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Após ser preso, ele tentou cometer suicídio na Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais, precisando ser reanimado e levado ao hospital para avaliação.
Uma das linhas de investigação apurava uma possível estimulo do suicídio em função do contato com policiais da custódia na Superintendência da PF em MG e ligações telefônicas que ele fez já preso. As informações são da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.
De acordo com a publicação, não foi constada interferência externa no ato do capanga de Daniel Vorcaro, dono do Master, de se enforcar com uma camisa de manga comprida.
Luiz Mourão faleceu no dia 6 de março, após a conclusão do protocolo de morte encefálica. Segundo comunicado da PF, ele tentou enquanto permanecia custodiado na unidade policial. Após o ocorrido, o 'Sicário' foi socorrido e levado para um hospital em Belo Horizonte, onde permaneceu internado em estado grave até a confirmação da morte.
A certidão de óbito de Luiz Phillipi Mourão não traz a causa da morte.
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