Política
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux acolheu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para atender os benefícios do acordo da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid.
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Esse colaborador acaba se autoincriminando. Ele confessa. Nesse sentido, me parece desproporcional a anulação e a rescindibilidade dessa delação”, disse Fux.
"Então, estou acolhendo a conclusão de sua excelência relator (Alexandre de Moraes) e voto no sentido de se aplicar ao réu colaborador Mauro Cid os benefícios propostos pela Procuradoria-Geral da República", afirmou.
Foi a primeira concordância do ministro com Flávio Dino e Alexandre de Moraes, que também votaram por validar a delação. No entanto, Fux divergiu quanto à competência do STF em julgar o caso.
Fux acatou as preliminares que pedem a incompetência da Corte e da Primeira Turma de julgar a ação penal que aponta o envolvimento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus em uma trama golpista.
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