Política
O líder do governo na Câmara Municipal de Salvador (CMS), Kiki Bispo (União Brasil), classificou como “incoerentes” as críticas da oposição à gestão de Bruno Reis (União Brasil) sobre as áreas verdes da capital baiana. Em entrevista ao BNews nesta terça-feira (3), o vereador afirmou que “quando é o Governo do Estado que está fazendo igual, a crítica não existe”.
“O que está nos diferenciando é a coerência. O discurso da oposição está totalmente incoerente com a prática do governo do Estado. Se você tem licença ambiental para poder executar a obra, [a obra] está devidamente legalizada e autorizada. Quando a prefeitura está fazendo a obra, se fala em devastação, se fala em retirada do meio ambiente. Quando é o governo do Estado que está fazendo igual ou pior, a crítica não existe. Quer dizer, não existe fiscalização. Eu estou pedindo coerência. [...] Até porque a gente sabe que Salvador precisa crescer e precisa se desenvolver, claro que respeitando o meio ambiente”, disse o vereador.
Durante a fala no púlpito, Kiki informou a execução de uma sessão para debater sobre o meio ambiente na cidade. O vereador pontuou que a ideia é que a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) seja convocada para prestar esclarecimentos sobre o saneamento básico em Salvador. Segundo o líder, a taxa de esgoto cobrada pela companhia “não está repercutindo” na capital.
“ A Embasa há muitos e muitos anos não tem uma política de saneamento público clara. [Em] Vários bairros periféricos não têm saneamento básico e ,no entanto, você paga na sua conta de água cerca de 80% de taxa de esgoto, que a gente não vê repercutindo na nossa cidade. Precisamos discutir a orla atlântica, a baía de todos os santos que está poluída. É fezes, é cocô de verdade e esse governo do Estado não consegue dar as respostas mesmo arrecadando muito com a taxa de esgoto”, destacou.
“Discutimos aqui a questão do racismo ambiental. Só em Cajazeiras você vê nove ‘pinicões’. Falta água na periferia, no entanto, nos bairros nobres não faltam água”, acrescentou.
NOVA FEDERAÇÃO
Sobre a possível federação entre o MDB e Republicanos, Kiki afirmou estar otimista com a aliança. No entanto, o vereador pregou cautela ao comentar sobre o tema, apontando a necessidade de aguardar os desdobramentos para “tomar as decisões políticas”.
“O MDB a nível de câmara não tem nenhum representante, o Republicanos tem três vereadores que compõem a nossa base. Nós temos que esperar as tratativas. O Bispo Marinho é um aliado de todos os momentos, tanto aqui na Câmara Municipal como também na gestão do prefeito Bruno Reis. [Vamos esperar] o desenrolar para logo após a gente tomar as decisões políticas. Estou muito otimista e espero que seja mais uma fusão como ocorreu com o PP que nos favorece muito”, apontou.
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