Política
Os professores de Lauro de Freitas decidiram, em assembleia realizada nesta sexta-feira (11), suspender temporariamente a greve da categoria, mas manter o estado de greve. A decisão foi comunicada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Lauro de Freitas (Asprolf), que representa os profissionais da rede municipal.
Segundo a entidade, a manutenção do estado de greve se justifica pela postura da prefeita Débora Régis (União Brasil). O sindicato afirma que a gestão municipal ainda não retomou as negociações, que deveriam ter sido concluídas em abril.
Entre as principais reivindicações dos professores está a atualização do piso salarial do magistério. "A Prefeita precisa atualizar o piso do magistério atender outras justas reivindicações das trabalhadoras e dos trabalhadores e permitir que a Educação volte à normalidade", informou a entidade, em nota.
Na última quinta-feira (10), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu aplicar multa diária de R$ 100 mil para a Asprolf por descumprir uma liminar que determinava o fim da greve dos profissionais da educação no município.
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