Política
Publicado em 12/02/2026, às 15h15 Daniel Serrano e Carolina Papa
O deputado federal Léo Prates admitiu nesta quinta-feira (12) que pode deixar o PDT após a confirmação do apoio da legenda ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia.
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Durante a tradicional feijoada da Câmara Municipal, no camarote da Casa Legislativa no Campo Grande, Prates disse que a nova configuração política do PDT dificulta sua permanência, uma vez que sua trajetória é ligada ao grupo de oposição liderado por ACM Neto (União Brasil).
“Eu gosto do PDT, eu acho que poucas pessoas têm a identidade que eu tenho com o PDT. Eu me adaptei muito bem no PDT. Tenho uma amizade grande com o presidente Carlos Lupi e com o presidente Félix Mendonça Júnior. Mas a aliança com o governo da Bahia... eu fui voz vencida. Estão me colocando para fora do PDT. Estou muito triste, com o coração partido", desabafou o deputado.
O parlamentar revelou ainda que a sua permanência será discutida oficialmente com a cúpula do partido logo após o Carnaval. “Meu desejo é ficar no PDT, mas se tiver que sair, sair com o coração realmente partido”.
Caso a saída se confirme, Léo Prates já tem um plano bem definido: o Republicanos. O parlamentar destacou a proximidade com o presidente estadual da sigla, o deputado federal Márcio Marinho, e com lideranças nacionais do partido.
"O Republicanos é um partido que tem aberto as portas para mim. Sou amigo de Hugo Motta, amigo de Marcos Pereira. Se tiver que sair do PDT, acho que o Republicanos é uma casa que me agrada muito", afirmou.
Prates ainda citou a proximidade com lideranças nacionais como Marcos Pereira e Hugo Motta, mas reforçou que qualquer decisão passará pelo crivo de Neto e do prefeito Bruno Reis. "Eu ainda vou ouvir Neto e Bruno [Reis], pessoas que eu ajudei a fundar esse grupo que existe".
Questionado sobre rumores de que o Republicanos também estaria em conversas com o governo estadual, Prates minimizou as hipóteses e reafirmou sua confiança em Márcio Marinho. Segundo ele, o dirigente tem garantido a manutenção da aliança com ACM Neto.
Sobre os rumores de que o Republicanos também poderia flertar com o governo Jerônimo, Léo Prates minimizou as hipóteses e foi enfático ao confiar na palavra de Marinho. Ele defendeu, inclusive, o direito da sigla pleitear uma vaga na chapa majoritária de ACM Neto.
“Márcio me reafirmou por várias vezes que o Republicanos iria trabalhar por uma vaga na majoritária do grupo de ACM Neto. Temos convergência de princípios. Torço para que ele consiga realizar o sonho de representar a Bahia na chapa majoritária”, finalizou.
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