Política
O líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, reclamou do apoio de parte do Centrão ao projeto de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro, em Brasília, em 2023.
O posicionamento do petista ocorreu nesta quinta-feira (10), às vésperas de uma esperada reforma ministerial após a saída de Juscelino Filho do Ministério das Comunicações.
“Eu só acho estranho que gente que diz ser da base do governo assina o Projeto de Lei da Anistia, que não é para 8 de Janeiro, que vale [também para crimes cometidos] depois de 30 de outubro, que é para anistiar Bolsonaro num julgamento que nem começou. Eu acho isso muito estranho. Acho que as pessoas têm de se definir”, disse o líder do governo em entrevista ao Metrópoles.
Com a saída de Juscelino Filho do Ministério das Comunicações, o espaço aberto virou alvo de disputa entre o União Brasil e o PSD. A previsão é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontre com a cúpula do União Brasil para decidir o futuro da legenda no governo.
O União Brasil pleiteia a indicação de um novo representante para a pasta, sendo o favorito o líder da bancada na Câmara, Pedro Lucas (MA). No entanto, o partido está entre os que mais aderiram ao pedido de urgência para a anistia ao 8 de janeiro.
Juscelino Filho pediu demissão na terça-feira (8) horas após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por desvio de emendas.
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