Política

Loyola desconversa sobre Coronel fora da chapa: "Eleição vamos discutir ano que vem"

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Durante coletiva, Loyola afirma que a definição da chapa será feita com calma e maturidade no próximo ano.  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 23/09/2025, às 14h03 - Atualizado às 14h03



O secretário estadual de Relações Institucionais,  Adolpho Loyola, desconversou sobre possibilidade de o senador Angelo Coronel (PSD) ficar de fora da chapa majoritária do grupo governista em 2026. 

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Segundo apurou o BNews, dirigentes do PT da Bahia podem não apoiar Coronel por avaliam que o senador perdeu espaço na base de apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e não terá força para se eleger se for candidato pelo grupo liderado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil).

Em entrevista coletiva durante a posse do do Conselho Nacional de Fomento e Colaboração (Confoco), Loyola garantiu que qualquer definição sobre a formação da chapa governista só será tomada no ano que vem. 

"A eleição vamos discutir ano que vem. Nós estamos muito tranquilos. A gente tem uma aliança duradoura com o PSD, é nosso aliado histórico, tem espaço no governo.  Nós vamos decidir a chapa nossa majoritária ano que vem", disse. 

"Nós temos bons nomes. O time que tem bons jogadores é assim mesmo. A hora de escolher e de escalar o time demora um pouco mais. Mas nós vamos fazer isso e com muita maturidade na política, porque o PSD é um parceiro. Nós temos até o ano que vem para decidir isso. Estamos com pressa para decidir ainda não", completou. 

Críticas petista a Coronel 

Além do fator eleitoral, membros do PT baiano também criticam algumas decisões de Coronel, como votos contrários em pautas de interesse  do governo federal e do PT.

Além disso, o senador vem se notabilizando por, nos últimos meses, dar declarações mais alinhadas ao campo conservador.

A postura de Coronel tem gerado incômodo entre aliados, que avaliam que a trajetória política do senador se distancia cada vez mais da coalizão que o elegeu em 2018.

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