Política

Luiz Carlos admite 'ponto de atenção' com baixo desempenho de Coronel nas pesquisas

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Segundo Luiz Carlos, um dos motivos para o desempenho mais baixo nas pesquisas é a forma como os institutos fazem as sondagens  |   Bnews - Divulgação Joilson César/BNews
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 02/06/2026, às 10h13



A posição do senador Angelo Coronel nas pesquisas para o Senado já deixou o Republicanos em modo de alerta. Mesmo descartando qualquer preocupação, o vereador Luiz Carlos (Republicanos), admitiu que o desempenho de Coronel é um “ponto de atenção” para a legenda.

Em entrevista à Feliz FM 98,3, ele avaliou que as pesquisas divulgadas até agora podem não mostrar toda a força do senador, principalmente no interior da Bahia.

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“Não vejo como preocupação, mas é um ponto de atenção. Você tem, em uma estratégia, um ponto crítico e um ponto de atenção. Isso não é um ponto crítico, isso é um ponto de atenção”, afirmou.

Segundo Luiz Carlos, um dos motivos para o desempenho mais baixo nas pesquisas é a forma como os institutos fazem as sondagens.

“Essas pesquisas tendem a ter uma busca muito maior nas regiões centrais e na Região Metropolitana do que propriamente no interior, sobretudo nos municípios mais distantes, onde Coronel tem uma atuação”, argumentou.

Ele também destacou que os petistas Rui Costa e Jaques Wagner aparecem bem colocados por conta do governo federal.

“O Rui e o Wagner estão em uma evidência muito maior por conta do governo. É natural que você ganhe uma popularidade maior”, observou.

Luiz Carlos lembrou que Coronel só recentemente começou a investir mais nas redes sociais e classificou o senador como um político de perfil mais tradicional.

“A eleição ainda está relativamente distante. Dá tempo para qualquer pessoa mudar sua estratégia, melhorar, potencializar aquilo que tem de potencializar e corrigir aquilo que precisa ser corrigido”, disse.

Durante a entrevista, Luiz Carlos também falou sobre a relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que já tem apoio do Republicanos para a disputa presidencial, e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Sobre a polêmica do Banco Master, ele minimizou o impacto do caso sobre Flávio.

“O que apareceu até agora não é nada diante do que pode surgir”, afirmou.

Para ele, o pedido de financiamento para o filme Dark Horse, sobre a vida do pai, não é irregularidade.

“Ele pediu um patrocínio. Não pediu dinheiro para ele, para a conta dele. Quem faz evento sabe que precisa buscar patrocinadores”, argumentou.

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