Política
Publicado em 08/04/2025, às 12h52 - Atualizado às 12h53 Yuri Pastori
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou no mês de junho do ano passado que afastaria o ministro Juscelino Filho, caso a Procuradoria-Geral da República (PGR) o denunciasse. A denúncia, primeira apresentada pela gestão de Paulo Gonet à frente da PGR contra um integrante do primeiro escalão do governo Lula, ocorreu, nesta terça-feira (08), por motivo de corrupção passiva.
O ministro de Lula enviou emendas quando era deputado federal para a Prefeitura comandada por sua irmã Luanna Rezende em Vitorino Freire, no Maranhão, e teria recebido propina por obras executadas. Segundo o portal Uol, a PF identificou fraude em licitações para pavimentação asfáltica da prefeitura com o objetivo de entregar obras ao empresário Eduardo José Costa Barros. Em troca, o empresário teria feito pagamentos de propina a Juscelino por meio de laranjas.
Lula enfatizou ao Uol que o afastamento ocorreria se o indiciamento fosse aceito e destacou que todos são inocentes até prova em contrário. "Há um pedido de indiciamento da Polícia Federal, que precisa ser aceito pelo Alexandre de Moraes ou pelo procurador-geral da República. Se for aceito [o indiciamento da Polícia Federal], tem que ser afastado", disse Lula, na ocasião.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato