Política

Lula se reúne com ministros e líderes para definir prioridades da semana no Congresso

Antônio Cruz/Agência Brasil
No centro das discussões está a MP do PIS/Cofins e a votação na Câmara do Projeto Mover  |   Bnews - Divulgação Antônio Cruz/Agência Brasil
Lara Curcino

por Lara Curcino

lara.curcino@bnews.com.br

Publicado em 10/06/2024, às 11h13



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta segunda-feira (10), pela segunda semana consecutiva, com ministros e líderes no Congresso para debater a articulação política com o Legislativo e as pautas prioritárias para o governo na Câmara dos Deputados e no Senado.

O encontro foi realizado no Palácio do Planalto, pela manhã, com início previsto para as 9h. Estiveram presentes os líderes do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP); no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA); e na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE).

Além dos líderes, também foram chamados os ministros da Casa Civil, Rui Costa (PT); de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT); da Secretaria-Geral, Márcio Macêdo (PT); da Fazenda, Fernando Haddad (PT); e o interino da Secretaria de Comunicação Social, Laercio Portela.

As reuniões semanais com a equipe ministerial e os líderes foram definidas em meio à relação estremecida do governo com o Congresso, com derrotas significativas para Lula no fim do mês de maio.

No centro das discussões desta semana está a MP da compensação da desoneração da folha de pagamentos, que foi editada pelo governo na semana passada, com entrada imediata em vigor. O texto, que foi amplamente criticado por políticos e pelos setores impactados, determina a limitação do uso de créditos tributários do PIS/Cofins por parte das empresas na compra de insumos importados.

Outro tema no foco é a votação na Câmara dos Deputados do Projeto Mover, que prevê incentivos fiscais em até R$ 19 bilhões, nos próximos cinco anos, para as montadoras que investirem em pesquisa e desenvolvimento tecnológico para fabricar veículos com menor emissão de gases do efeito estufa. Um jabuti inserido na proposta original - que versa sobre a taxação de compras internacionais de até US$  50 - foi aprovado junto ao texto principal pelo Senado, na semana passada.

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