Política

Lula convoca ministra e alimenta rumores de mudança em pasta; saiba se haverá mais uma troca

Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Nos bastidores já é certa a troca de Cida Gonçalves por Márcia Lopes na chefia do Ministério das Mulheres  |   Bnews - Divulgação Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Redação

por Redação

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Publicado em 02/05/2025, às 19h10 - Atualizado às 19h12



O presidente Lula e a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, se reunem nesta sexta-feira (2), no Palácio do Planalto. O encontro ocorre em meio a rumores de uma troca no comando do ministério, porém a assessoria de Cida informou ao Correio Brasiliense que o encontro vai tratar de “uma reunião sobre temas relacionados à pasta”. 

Segundo O Globo, já é certa a troca de Cida Gonçalves por Márcia Lopes na chefia do Ministério das Mulheres. A alteração já era esperada desde o começo do ano, apesar da proximidade da ministra com a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja.

A especulação ventilada nos bastidores, ocorre após a titular da pasta revelar à Comissão de Ética da Presidência da República, em fevereiro deste ano, que costuma interromper a agenda para atender a primeira-dama Janja da Silva.

Além disso, a pasta já foi denunciada 39 vezes por assédios moral e sexual, entre os períodos de 1º de janeiro de 2024 e 1º de maio de 2025. Do total de denúncias, feitas de forma anônima por meio do canal Resolveu, da Controladoria-Geral da União (CGU), 23 reclamações referem-se a assédio moral e 16 queixas referentes a assédio moral.

Reforma ministerial

Caso saída de Cida seja confirmada, esta será a quinta mudança promovida por Lula no primeiro escalão do governo. Na Secretaria de Comunicação (Secom), o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) foi substituído pelo publicitário Sidônio Palmeira. Já no Ministério da Saúde, Nísia Trindade deu lugar ao médico e político Alexandre Padilha, que, por sua vez, deixou a Secretaria de Relações Institucionais para a entrada de Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT. 

A mais recente alteração foi feita nesta sexta-feira. O então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT) pediu demissão do cargo após a crise gerada pelos desvios em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), descobertos pela Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União (CGU). Estima-se que teriam sido desviados cerca de R$ 6,3 bilhões no esquema.

Para o lugar de Lupi, Lula nomeou Wolney Queiroz, ex-deputado federal e atual secretário-executivo da Previdência.

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