Política

Mandante da morte de Marielle Franco nega corrupção com condição valiosa

Fernando Frazão/Agência Brasil//Renan Olaz/ Câmara do Rio de Janeiro
Além de mandante, o delegado é investigado por corrupção e lavagem de dinheiro  |   Bnews - Divulgação Fernando Frazão/Agência Brasil//Renan Olaz/ Câmara do Rio de Janeiro

Publicado em 03/06/2024, às 07h23   Pedro Moraes



Um dos mandantes da morte de Marielle Franco, o delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, também é suspeito de corrupção, bem como lavagem de dinheiro, por possíveis propinas recebidas durante a carreira como diretor da Divisão de Homicídios e chefe da Polícia Civil fluminense. Ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República.

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As investigações indicam indícios de que empresas de Rivaldo, além de sua mulher, Érika Andrade de Almeida Araújo, foram usadas para lavar o dinheiro sujo do delegado. Na denúncia pelo assassinato da vereadora, a PGR cobrou o desmembramento da apuração sobre essas suspeitas.

O grupo será conduzido pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). O indivíduo está preso desde março.

A defesa citou a Moraes que a Polícia Federal não capturou “sequer um real em espécie” na casa dele e só encontrou “roupas simples” nos armários da residência.


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