Política
A Avenida Paulista, em São Paulo (SP), foi palco para que centenas de pessoas se reunissem para proestar contra o projeto de lei que equipara o aborto ao crime de homicídio. Também houve atos contra a o projeto de lei que tramitará em regime de urgência na Câmara dos Deputados em Brasília, Rio de Janeiro e outras capitais.
Se a proposta for aprovada, o Código Penal poderá prever penas de 6 a 20 anos de prisão para abortos realizados após 22 semanas de gestação. O projeto foi criticado pelos manifestantes, em sua maioria mulheres, que interditaram a Avenida Paulista em frente ao Masp, bloqueando todas as faixas no sentido Consolação às 18h45, direcionando gritos de guerra a Lira.
A urgência na tramitação do projeto permite sua votação diretamente no plenário sem passar por comissões temáticas.
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