Política
A vereadora Marta Rodrigues (PT) criticou a pressa em votar o reajuste do IPTU em Salvador, que foi aprovado nesta quarta-feira (30) - três dias após a eleição de Camaçari. Segundo a oposicionista, o pleito municipal seria um dos motivos para que o texto fosse apreciado só agora.
"A votação não foi satisfatória, foram projetos polêmicos que dialogam com nossa cidade, mas que não houve tempo de debate e discussão. Chegaram em tempo recorde, recebemos só a ementa dos projetos na sexta-feira e só na segunda que tivemos acesso ao conteúdo dos projetos. Parece que estavam preocupados com a eleição de Camaçari e não tiveram tempo de preparar o conteúdo para enviar antes, para que pudéssemos discutir com cautela", criticou, ao BNews.
"Votei conta aumento do ISS e da Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP), mas favorável a prorrogação do Procultura e Proturismo. Em relação à iluminação pública, as alterações previstas carecem de ajuste para promover justiça social e tributária. As medidas são louváveis sob a perspectiva de ampliar a prestação de serviço público com painéis solares, mas da forma como proposta amplia a base de contribuintes – e portanto, passará a arrecadar mais sem ampliar a base de isenção para as famílias mais pobres", explicou a petista.
Segundo a vereadora, comparativamente, às tarifas sociais de energia elétrica alcançam faixas de consumo de até 220 kWh, sendo considerado, até esse limite, como categoria "B1 subclasse baixa renda".
"Para a fixação das faixas de contribuição COSIP, é medida de justiça social e tributária que seja ampliada a faixa de isenção ao consumo, pelo menos, de 100 Kwh", acrescenta.
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