Política

Michel Temer reage após ser retratado em desfile da Acadêmicos de Niterói

Alex Ferro / Riotur
Ex-presidente Temer critica política econômica atual fora do ambiente do Carnaval  |   Bnews - Divulgação Alex Ferro / Riotur
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 16/02/2026, às 18h35 - Atualizado às 18h35



O ex-presidente Michel Temer (MDB) reagiu após ser retratado no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no último domingo (15), "roubando" a faixa presidencial de Dilma Rousseff.

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Em nota com o título de "Saudades da Tuiuti", em referência ao desfile de 2018 da Paraíso do Tuiuti, quando foi representado em uma alegoria que criticava o cenário político da época, Temer afirmou que a sátira política faz parte da tradição do Carnaval.

Ele disse ser um defensor da liberdade de expressão e da liberdade artística, e que não lhe cabe julgar as escolhas de temas do desfile. Segundo o emedebista, o samba é um espaço da criatividade da fantasia e não faz sentido cobrar rigor histórico no enredo ou questionar a troca da crítica social pela bajulação na Sapucaí.

No comunicado, Temer fez críticas à condução da política econômica fora do ambiente da folia. Ele disse que o problema é quando há "ilusionismo" na Esplanada que promove irresponsabilidade fiscal, juros altos e o endividamento público crescente, negando conquistas como as reformas Trabalhista, do Ensino Médio e da Previdência. "É triste ver a troca da ponte para o futuro por uma volta ao passado", finalizou o ex-presidente.

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Leia a nota na íntegra:

"SAUDADES DA TUIUTI

A sátira política é parte da tradição do carnaval. E como defensor da liberdade de expressão e da liberdade artística, não julgo as escolhas feitas como tema na avenida.

Como o samba é o espaço da criatividade e da fantasia, não faz sentido cobrar rigor histórico num enredo ou questionar a troca da crítica social pela bajulação na Sapucaí.

O problema é quando adotam o ilusionismo na Esplanada, promovendo a irresponsabilidade fiscal, juros altos e o endividamento público crescente — e negando conquistas, como as reformas trabalhista, do ensino médio e da previdência. É triste ver a troca da ponte para o futuro por uma volta ao passado.

Olha o Brasil aí… gente!

Michel Temer"

Classificação Indicativa: Livre

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