Política
Publicado em 25/05/2025, às 16h37 Rebeca Santos
Em cerimônia realizada na última semana, a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem, a mais alta honraria concedida pelo governo a figuras que contribuíram significativamente para a cultura nacional.
No mesmo evento, o título de Comendador — segundo maior na hierarquia das distinções honoríficas — foi outorgado a nomes como o ativista indígena Daniel Munduruku, autor de mais de 50 livros e vencedor de dois Prêmios Jabuti; a filósofa e professora Marilena Chauí, reconhecida pensadora da esquerda brasileira; e a escritora mineira Conceição Evaristo, referência na literatura afro-brasileira.
Já a honraria de Cavaleiro, terceira categoria em importância, foi concedida a artistas como a cantora Maria Rita, filha de Elis Regina e oito vezes vencedora do Grammy Latino, e a poeta e letrista Alice Ruiz, premiada duas vezes com o Jabuti.
Ao todo, quarenta personalidades receberam a Grã-Cruz, incluindo a atriz Fernanda Torres e o cineasta Walter Salles Júnior, vencedores do Oscar de melhor filme estrangeiro por Ainda Estou Aqui.
Em nota, o Ministério da Cultura explicou os critérios de seleção.
“A escolha leva em consideração contribuições relevantes à cultura brasileira e busca observar, sempre que possível, a diversidade de gênero, regional e de segmentos culturais. Neste ano, o processo contou com ampla participação popular e o Ministério da Cultura recebeu mais de 11 mil contribuições via consulta pública, refletindo representatividade nacional nos mais variados segmentos. Cabe à Ministra da Cultura (Chanceler da Ordem) propor os nomes ao Presidente da República, que oficializa a condecoração por decreto. Assim, a decisão de conferir os graus foi tomada com base nesse processo institucional, respaldado pelo parecer técnico e pelo colegiado”, destacou a Pasta.
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