Política

Ministro de Lula rebate crítica à COP30: "Síndrome de vira-lata"

Joédson Alves/Agência Brasil
Ministro do Turismo, Celso Sabino, defende a realização da COP30 em Belém, destacando a participação de comunidades locais e indígenas.  |   Bnews - Divulgação Joédson Alves/Agência Brasil
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 17/11/2025, às 15h23 - Atualizado às 15h23



O ministro do Turismo, Celso Sabino, reagiu às críticas à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que acontece em Belém (PA), com encerramento marcado para a sexta-feira (21).

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Em entrevista ao programa 'Bom Dia, Ministro', produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Sabino disse que as críticas são decorrentes do que chamou de “síndrome de vira-lata”. O ministro afirmou ainda que as obras foram entregues no prazo e que o preço das hospedagens foi reduzido.

"O fato de terem pessoas que criticaram, que ainda estão aqui tentando encontrar cabelo em ovo para achar alguma coisa que não esteja funcionando, eu atribuo isso, talvez, à síndrome de vira-lata, que tudo deve funcionar lá fora, tudo é bom lá fora, tudo que presta deve ser lá fora. Quando é aqui dentro, a gente tem que ficar criticando e encontrando defeito", disse Sabino. 

“A gente sabia que aquele excesso que vinha acontecendo, pontualmente, nunca foi regra geral — os excessos nos preços que estavam sendo ofertados — e eles iriam ser regulados pelo próprio mercado, o que de fato aconteceu”, acrescentou.

O ministro defendeu ainda a realização da COP30 em Belém, por ter permitido a participação de indígenas e integrantes das comunidades ribeirinhas.

"Estamos tendo a participação dos movimentos sociais e populares. Os indígenas, os povos originários, as comunidades ribeirinhas, os agricultores familiares e pessoas que são impactadas com as mudanças climáticas estão tendo a oportunidade de participar e se manifestar — até de protestar", completou.

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