Política
O ministro da Saúde Alexandre Padilha conseguiu o visto americano para participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontece em Nova York na semana que vem. Apesar disso, o governo Donald Trump impôs limitações à sua circulação.
De acordo com integrantes do governo americano, os Estados Unidos decidiram limitar a movimentação de Padilha e familiares que o acompanharem a cinco blocos do local de hospedagem do ministro, além das rotas entre o hotel, o distrito em que fica localizada a sede da ONU, a missão do Brasil junto à organização e a residência do representante brasileiro na organização.
De acordo com esses mesmos interlocutores, o Itamaraty foi avisado da determinação. As informações são da Folha de S. Paulo.
Padilha disse ter sido convidado a uma reunião de ministros da Saúde de diferentes países que vai acontecer, na Assembleia Geral da ONU, e também para um encontro da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Washington, capital norte-americana.
No mês passado, Trump revogou o visto de Padilha para entrar nos EUA, além dos documentos de sua esposa e de sua filha. A justificativa foi a atuação do ministro na criação do programa Mais Médicos, no governo Dilma Rousseff.
Padilha não foi diretamente atingido naquele momento pois seu visto tinha vencido em 2024, mas ficou proibido de obter uma nova permissão de viagem.
Antes de ser autorizado a entrar nos EUA, o ministro chegou a afirmar que não estava "nem aí" para a possibilidade de não ter a sua entrada nos Estados Unidos autorizada pelo governo de Donald Trump.
"Esse negócio do visto eu to igual aquela música: "Tô nem aí", sabe? Vocês tão mais preocupados com o visto do que eu, certo? Tô nem aí. Eu acho que só fica preocupado quem quer ir para os Estados Unidos. Eu não quero ir para os Estados Unidos", disse o ministro.
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