Política
O ministro Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a fala do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, em um evento nos Estados Unidos.
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Durante a sua participação na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), no Texas (EUA), realizada no último fim de semana, Eduardo disse que estava gravando um vídeo do ato para mostrar ao pai, Jair Bolsonaro. No entanto, o ex-presidente está proibido de acessar as redes sociais por conta das medidas cautelares impostas por Moraes ao autorizar a prisão domiciliar temporária ao ex-mandatário.
De acordo com a decisão de Moraes, o registro foi juntado aos autos da ação penal, que Eduardo Bolsonaro é réu após denúncia recebida pela Primeira Turma do STF. O ex-parlamentar é acusado de coação no curso do processo, previsto no artigo 344 do Código Penal, na forma de crime continuado.
Na última segunda-feira (20), a defesa do ex-presidente disse que ele não teve acesso ao vídeo gravado por Eduardo. Os advogados de Bolsonaro disseram ainda que tomaram conhecimento da gravação pela intimação feita por Moraes.
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