Política

Na mira do STF: Um em cada cinco prefeitos das maiores cidades nomeia parentes como secretários

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Interpretação da lei sobre nepotismo é questionada em ação no STF, que pode mudar a prática nas administrações municipais  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 27/01/2025, às 08h14 - Atualizado às 08h15   Yuri Pastori



Um levantamento de O Globo aponta que um a cada cinco gestores das maiores cidades brasileiras nomeia parentes como secretários. Dentre os casos investigados, a maioria dos prefeitos nomeou as próprias mulheres. 

Dos 154 municípios com mais de 200 mil habitantes nas cinco regiões do país, em pelo menos 29, prefeitos nomearam parentes em secretarias municipais, incluindo cinco capitais - Aracaju (SE), Natal (RN), Palmas (TO), Macapá (AP) e Boa Vista (RR). 

A vedação estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não abrange cargos de natureza política, como o de secretário municipal. Esse é o  argumento mais comum utilizado pelos prefeitos para empregar seus parentes.

No entanto, uma ação prevista para ser julgada pelo plenário do Tribunal no mês de fevereiro com relatoria de Luiz Fux questiona essa interpretação e pode barrar este tipo de prática. O nepotismo é considerado, caso o nomeado não comprovar conhecimento técnico necessário para a função. 

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