Política

"O acesso a consulta especializada e diagnóstico é responsabilidade do município de Salvador", destaca secretária estadual de Saúde

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A secretária respondeu ao ouvinte que o Estado opera de forma colaborativa, mas marcação de consulta é responsabilidade da gestão municipal  |   Bnews - Divulgação Bnews
Mariana Cedrim

por Mariana Cedrim

Publicado em 18/06/2026, às 20h38



A secretária de Saúde da Bahia, Roberta Santana, participou nesta quinta-feira (18), do programa Se Liga Bocão, com Zé Eduardo e respondendo a um ouvinte que perguntou sobre a marcação de consultas na rede pública da capital baiana, a secretária respondeu que o Estado opera de forma colaborativa, mas que essa é uma responsabilidade da gestão municipal.

"O estado tem 26 policlínicas, duas em Salvador. As 24 são geridas por consórcios, mas ifelizmente Salvador deicidiu não participar e o Estado mantém essas duas policlínicas. Lembrando que o acesso a consulta especializada e diagnóstico é responsabilidade do município de Salvador".

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Questionada sobre o motivo na decisão do município em ficar de fora dos consórcios públicos que fazem gestão das policlínicas, a gestora destacou que na época o primeiro argumento foi de que não tinham dinheiro para assumir o custeio de uma policlínica.

"Hoje custa R$2 milhões por mês. Nos consórcios R$1 milhão é Estado e o restante é dividido com os outros municípios. É a forma que a gente tem de participar. Lembrando que o Estado não tem nenhuma cota. A gente faz 10 mil atendimentos por mês nas policlínicas consorciadas. A gente paga metade da conta, mas o Estado não tem sequer nenhuma vaga."

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