Política

Oposição debate apoio à Presidência da Câmara de Salvador e não descarta candidatura própria

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Líder da oposição, Randerson Leal, afirma que a bancada irá se reunir na segunda-feira (26) para debater estratégias  |   Bnews - Divulgação Henrique Brinco/ BNews
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 23/10/2026, às 16h52 - Atualizado às 16h53



O líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), Randerson Leal (Podemos), afirmou que ainda não há uma definição do bloco sobre qual será o nome a ser apoiado na disputa à Presidência da casa legislativa.

Nesta sexta-feira (23), em entrevista ao BNews, Randerson Leal informou que está marcada para segunda-feira (26) uma reunião com os dez vereadores que compõe a bancada de oposição na CMS para definir qual será o posicionamento dos vereadores. O edil crava que o bloco votará em conjunto. 

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Randerson alega ainda que a oposição está aberta à dialógos, mas não descartaa possibilidade de um nome do bloco ser lançado ao cargo que chefia Poder Legislativo no âmbito municipal. 

"Segunda-feira vamos nos reunir de forma presencial e definir a nossa estratégia, mas a gente não descarta conversar com todos os possíveis candidatos, até para a gente dialogar, ver qual realmente [é] a pauta deles. [Vamos] colocar também a nossa pauta, afirmando e confirmando o que a gente pensa", cravou o líder da oposição. 

"Inclusive, estou redigindo uma carta compromisso para publicizar isso, colocar para a imprensa e para a população, independente de ter candidato ou apoiar algum candidato", acrescentou.

Nesta sexta, 23 vereadores de Salvador anunciaram apoio ao nome de Alexandre Aleluia (Novo) para à Presidência da Câmara de Salvador.

Há também a expectativa de que o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da CMS migre ainda para o União Brasil, mesmo partido do prefeito de Salvador, Bruno Reis. 

Imbróglio

Atual presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), foi impedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a tentar um terceiro mandato na casa legislativa. 

A decisão, proferida pelo ministro Gilmar Mendes dentro na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1.356, é cautelar e ainda precisa ser confirmada pelos demais ministros.

Em resposta, o tucano, em entrevista ao BNews, reagiu com surpresa à decisão. 

 “Se não pode vou fazer o quê?” lamentou. 

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