Política
Publicado em 03/01/2025, às 15h50 - Atualizado às 15h55 Luana Neiva
O partido Novo sugeriu nas redes sociais que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, tenha negado o pedido de suspensão de recursos do Ministério da Saúde, que estariam sendo usados como “emendas disfarçadas”, e atribuído a sugestão ao fato de ele ser próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação é do Poder360.
“Sem transparência, o dinheiro é usado como moeda de troca política pelo governo. É ilegal. É errado”, disse o partido em publicação no X (ex-Twitter).
O ex-governador do Maranhão, inclusive, foi ministro da Justiça do petista no início do seu 3º mandato. Ele deixou a função em fevereiro de 2024, quando tomou posse como ministro da Suprema Corte depois de ser indicado pelo aliado.
Pedimos ao STF a suspensão do pagamento de R$ 2,5 bilhões em "emendas disfarçadas" nas verbas da saúde.
— NOVO 30 (@partidonovo30) January 3, 2025
Sem transparência, o dinheiro é usado como moeda de troca política pelo governo.
É ilegal.
É errado.
Mas o Ministro Flávio Dino negou nosso pedido.
Por que será? pic.twitter.com/YbMstadGlQ
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