Política
Os primeiros meses na Câmara Municipal de Salvador (CMS) podem ser agitados. Para além dos impactos que a eleição traz à casa legislativa, temas polêmicos como o Plano Municipal de Segurança Pública e o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) estão entre as pautas prioritárias para serem avaliadas pelos vereadores.
Na segunda-feira (2), data em que foram abertos os trabalhos legislativos na CMS, o prefeito Bruno Reis (União Brasil), fez questão de destacar os esforços da prefeitura de Salvador para revisar o PDDU, alvo intensas críticas da oposição que pediam uma celeridade ao chefe do Executivo municipal para tratar do instrumento de desenvolvimento e expansão urbana do município.
Por sua vez, Bruno Reis fez questão de pontuar que o PDDU será trabalhado também para esfriar a pauta sobre atrasos usada ferrenhamente por seus opositores. Até o momento, na Câmara, o clima em torno do assunto não é nada amigável, uma vez que há desaprovação à contratação milionária da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para prestar consultoria na revisão do Plano Diretor.
Já o Plano Municipal de Segurança tem previsão para começar a ser pautado em março, logo após o carnaval. Nos bastidores, o entendimento, principalmente da base governista, é que não deve haver muitos embates relacionados à proposta que recebeu apoio do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que participou do lançamento ao lado de Bruno Reis em 2025.
No entanto, a oposição tem argumentado estar “no escuro” com relação ao projeto e que ainda não conseguiram se debruçar sobre a temática.
Outro projeto que ficou para este ano devido a divergências foi a proposta que limite a ocorrência de eventos no bairro da Barra, na capital baiana. Em 2025, o presidente da CMS, Carlos Muniz (PSDB) pregou cautela sobre os debates envolvendo o projeto.
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