Política

Pazuello se recusa a falar sobre prisão de ex-assessor: "Já me pronunciei nos jornais"

Marcelo Camargo/Agência Brasil
Mario Fernandes foi preso nesta terça-feira (19), durante uma operação da PF, pela suspeita de integrar um grupo que planejava executar o presidente Lula  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo/Agência Brasil

Publicado em 19/11/2024, às 13h47   Humberto Sampaio e Daniel Serrano



O deputado federal e ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro, general Eduardo Pazuello (PL), se recusou a comentar sobre a prisão do seu ex-assessor, Mario Fernandes, preso nesta terça-feira (19), durante uma operação da Polícia Federal (PF).

Na ação desta terça-feira (19), a PF investiga um grupo que planeja dar um golpe de Estado depois das eleições presidenciais de 2022 e para assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

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"Já me pronunciei nos jornais", afirmou o deputado federal do PL do Rio de Janeiro ao BNews, ao ser abordado no Congresso Nacional.

Mário Fernandes foi nomeado em março de 2023 para um “cargo de natureza especial” no gabinete de Pazuello. De acordo com a coluna de Paulo Cappelli, no site Metrópoles, o militar recebia um supersalário enquanto esteve no cargo. Ele permaneceu na função até março deste ano, quando foi exonerado a pedidos da liderança do PL na Câmara dos Deputados.

Além de Mário Fernandes, a PF prendeu outros quatro suspeitos de envolvimento no plano: o tenente-coronel Helio Ferreira Lima, o major Rodrigo Bezerra Azevedo, o major Rafael Martins de Oliveira e o policial federal Wladimir Matos Soares.

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