Política

Prefeito se revolta com execução de ex-delegado que mapeou estrutura do PCC: “Não consigo aceitar”

Prefeitura de Praia Grande e Reprodução
O prefeito também prestou apoio às duas pessoas que ficaram feridas no ataque  |   Bnews - Divulgação Prefeitura de Praia Grande e Reprodução
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 16/09/2025, às 06h21



O prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (MDB), usou as redes sociais para se posicionar sobre o assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, que aconteceu na noite da última segunda-feira (15), no bairro Vila Mirim, em Praia Grande, litoral de São Paulo.

Na postagem, Mourão lamentou o ocorrido.

“Não consigo aceitar que um trabalhador, comprometido com a justiça e a segurança pública, tenha sido vítima de tamanha crueldade. Que Deus conforte o coração de sua esposa, de seus familiares e de seus amigos. Descanse em paz, Ruy”, escreveu.

O prefeito também prestou apoio às duas pessoas que ficaram feridas no ataque e disse que as investigações serão realizadas pelos órgãos de segurança do estado.

Ruy Fontes trabalhava como secretário de administração na gestão de Mourão.

Em entrevista ao CNN Prime Time, a desembargadora Ivana David, do Tribunal de Justiça de São Paulo, contou da atuação de Ruy Ferraz no combate ao crime organizado.

Segundo Ivana, Ferraz foi um dos principais responsáveis por mapear a estrutura do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos anos 2000, quando a facção criminosa começava a mostrar sua força dentro dos presídios paulistas. Ele foi o primeiro a desenhar o organograma da organização, identificando sua hierarquia e modo de operação.

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