Política
por Daniel Serrano
Publicado em 09/01/2026, às 15h23 - Atualizado às 15h23
O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran Gallo, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação sobre a abertura de uma sindicância para investigar o atendimento médico prestado a Jair Bolsonaro (PL), após o ex-presidente sofrer um acidente na cela em que está detido na Superintendência da Polícia Federal.
Receba as principais notícias de Política no canal do BNews no WhatsApp
Na manifestação, o presidente do CFM disse que não quis "intervir na execução da pena" de Bolsonaro nem "exercer qualquer competência correicional em relação à Polícia Federal".
Ainda de acordo com Gallo, o Conselho Federal de Medicina decidiu abrir a sindicância após receber quatro denúncias, mas não fez "qualquer juízo antecipado sobre os fatos".
"O Conselho Federal de Medicina jamais pretendeu exercer qualquer competência correicional em relação à Polícia Federal, inexistindo, por conseguinte, qualquer intenção de intervir na execução da pena ou de promover ingerência em atribuições constitucionalmente conferidas a outros órgãos do Estado", diz o texto.
A manifestação ocorreu após o ministro do STF Alexandre de Moraes declarar, na última quarta-feira (7), nula a determinação do CFM para a instauração de sindicância para investigar o atendimento médico a Bolsonaro.
Moraes determinou ainda que Gallo prestasse depoimento à PF em até 10 dias, para explicar a conduta do Conselho e apurar eventual responsabilidade criminal. Na petição enviada nesta sexta-feira (9) ao STF, o presidente do conselho argumenta que não há "justa causa para oitiva".
Classificação Indicativa: Livre
Cupom de lançamento
Qualidade Stanley
Imperdível
Super desconto
Café perfeito