Política
O PSOL divulgou, na noite desta terça-feira (23), uma resposta às críticas feitas pela deputada federal Erika Hilton (PSOL/SP), que acusou a legenda de reduzir o apoio à sua pré-candidatura e de enfraquecer políticas internas voltadas à inclusão.
A parlamentar afirmou que o partido estaria favorecendo outras pré-candidaturas, incluindo as de Manuela D'Ávila ao Senado pelo Rio Grande do Sul e de Juliano Medeiros, presidente da Federação PSOL-Rede. Segundo Erika, a sigla estaria "rasgando" acordos internos sobre a divisão de recursos e "inviabilizando" sua candidatura e a de outros nomes para a disputa de 2026.
Em nota, o PSOL rebateu as acusações e sustentou que a campanha de Erika recebe "o maior investimento entre todas as candidaturas proporcionais do partido", considerando as limitações orçamentárias e a necessidade de financiar outras candidaturas da legenda.
O partido também declarou que mantém como prioridade ampliar sua representação no Congresso, conquistar vagas no Senado e apoiar a reeleição do presidente Lula. A sigla acrescentou que "o incentivo — inclusive financeiro, no qual o PSOL é pioneiro — a candidaturas de mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTs e PCDs é uma política consolidada, não havendo debate em torno de mudanças nesse sentido."
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