Política
A pré-candidata a deputada federal pelo PL, Raíssa Soares, durante participação no programa Se Liga Bocão desta terça-feira (9) defendeu que não se sustenta a tese de tentativa de golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro já que ele teria realizado a transição de governo e o presidente Lula recebeu a faixa presidencial. A médica salientou que pode ter havido "ânimo", registros em papel, mas não meios para que um golpe fosse realizado.
"Pode até ter tido ânimo, pode até ter tido papéis, registros, um ânimo. Mas quando eu vou pensar em justiça criminal, eu tenho que ter ânimo, eu tenho que ter desejo e ter um meio para acontecer", comentou Raíssa Soares.
A médica complementou: "Era uma trama de golpe? A gente até já viu pessoas com viés político de esquerda dizer e relembrar o golpe de 64, em que você tinha sociedade civil, tinha Igreja, tinha empresários, tinha dinheiro, tinha um movimento que pedia pelo golpe, que foi o que aconteceu. E, no meio da trama golpista [atribuída a Bolsonaro e outros réus], você não tinha pessoas com armas, não tinha fuzis. Tivemos uma transição de governo. O vice-presidente [Geraldo] Alckmin falou, com 40 dias de transição, está ocorrendo tudo de forma transparente e tranquila".
A ex-candidata a senadora nas eleições de 2022 pontuou que, em um estado democrático de direito, deve ser garantida a transferência de governo. "Como é que eu tenho um golpe depois que a faixa foi passada? Não foi ele [Jair Bolsonaro] que passou a faixa, mas houve uma transição e houve a posse do atual presidente. Como falo de uma trama golpista se houve uma transição de 40 dias, houve uma transferência de faixa?", questionou Raíssa Soares.
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